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CNT não apóia a paralisação de amanhã (07/10/2008)



Atendendo ao convite para uma mobilização dos chamados "Dia de Trabalho Digno" pela Confederação Europeia de Sindicatos (UGT e CCOO, em sua terra natal lado) para terça-feira de manhã, dia 7, que consiste na fusão de várias cidades e paralisações de 5, 10 ou 15 minutos em algumas empresas contra a diretiva da União Européia sobre a extensão do horário laboral para 65 horas semanais e à Diretiva de Retorno, a Confederação Regional da Extremadura da CNT, manifesta:


1º Nossa total oposição à Diretiva de ampliação da jornada de trabalho de até 65 horas por semana, uma vez que representa um retrocesso na condições de trabalho que custaram tanto esforço. Esta diretiva faz-nos voltar para as mesmas condições de trabalho do século XIX.


CNT de Extremadura * * NÃO APOIA a convocatória de paralisação por considera-la ridícula, * * 15 minutos de um declínio nos direitos dos trabalhadores por mais de 100 anos! *, Um mero evento teatral dos seus promotores (UGT e CC . OO.) que são cúmplices nos retrocessos cometidos contra os trabalhadores através de pactos e as concessões que nos tem levado à perda de direitos.


Uma prova de que estamos a dizer é dispersão e incoerência dos atos programados: Em alguns sites são chamadas paralisações, noutros não; em alguns lugares é uma concentração às 12 horas, em outras, no início da tarde ... Tudo isto reflete uma improvisação só busca uma projeção mediática e não na eficácia da mobilização.


3º A Confederação Nacional do Trabalho mantém como bandeira de luta a exigência de estabelecer uma jornada de semanal de trabalho de 30 horas sem redução dos salários como um método de combate ao desemprego.


4º A Diretiva proposta atenta contra qualquer tentativa de conciliar a vida familiar e o trabalho, e condenando a classe trabalhadora para "viver para trabalhar ", a gastar mais de metade do dia fora de casa, quando o que nossa organização persegue é "trabalhar para viver."


5º *É totalmente contra a solidariedade*, porque a expansão da quilométrica das jornadas de trabalho faz com que menos mãos-de-obra se cumpram os mesmos objetivos produtivos, o que ocasionará mais desemprego e mais benefícios para os que já tem muito.


6º Se os acidentes de trabalho tem nas jornadas de trabalho intermináveis como causa principal, não queremos nem imaginar que passará com as trabalhadoras e trabalhadores que tenham que realizar 12 ou 13 horas de trabalho diário. Assumir esse tipo de jornada deveria levar a algum tipo de responsabilidade criminal contra os que a promovem ou consentem.

7º A CNT lançou uma campanha contra esta Diretiva e tem promovido através da Associação Internacional Trabalhadores (AIT) uma resposta coordenada a nível europeu ante este ataque aos nossos direitos, campanhas a que convidamos aderirem todos os trabalhadores e trabalhadoras conscientes.


Em Badajoz, 6 de outubro, 2008


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